quarta-feira, 25 de abril de 2012

O QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM






QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM
Bill Gates
Aqui estão alguns conselhos, que “Bill Gates”, recentemente ditou em uma conferência, numa escola secundária sobre 11 coisas, que estudantes não aprenderiam na escola. Ele fala sobre “como a política educacional de vida fácil para as crianças”, tem criado uma geração sem conceito da “realidade”, e como esta política tem levado as pessoas a falharem, em suas vidas podteriores à escola.
Regra 1: A vida não é fácil- acostume-se com isso.
Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil por ele, ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
Regra 3: Você não ganhará 20.000 por mês, assim que sair da escola. Você não será vice- presidente de uma empresa com carro e telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio telefone e carro.
Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar nas férias, não está abaixo da sua posição social. Seus avós, tem uma palavra diferente sobre isso: eles chamam de “oportunidade”.
Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais, então não lamente seus erros, aprenda com eles!
Regra 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim, por pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo concertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto!
Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantes chances precisar até acertar, isso não se parece absolutamente NADA na vida real!! S e pisar na bola, está despedido: RUA!!! Faça certo da primeira vez.
Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável, que outros empregadores o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período…
Regra 10: Televisão NÃO é vida real! Na vida real as pessoas tem que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar!
Regra 11: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são bobos). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

sexta-feira, 30 de março de 2012

CASA DE CULTURA MÁRIO QUINTANA

Aproveitando que estamos vivendo a semana de comemorações de nossa bela cidade, Porto Alegre, achei interessante colocar esses vídeos que mostram um pouco da belíssima arquitetura dessa construção. Antigo Hotel Megestic, hoje
 CASA DE CULTURA MÁRIO QUINTANA. 





A Casa de Cultura Mário Quintana é um prédio histórico brasileiro e um centro cultural da cidade de Porto Alegre, um dos maiores e mais bem aparelhados do Brasil. O prédio pertence ao Estado do Rio Grande do Sul, já abrigou temporariamente diversos órgãos da Secretaria da Cultura, incluindo o gabinete do Secretário e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul 9enquanto sua sede estava em reformas entre 1996 e 1998), e hoje ainda acomoda uma ampla variedade de espaços culturais, como a Biblioteca Lucilia Minssen, parte do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, os acervos de Elis Regina e Mário Quintana, a Discoteca Pública Natho Henn, as Galerias Xico Stockinger e o Sotéro Cosme, os teatros Bruno Kiefer e Carlos Carvalho, três salas de cinema, cafés, bombonière, livraria e inúmeras salas com destinações específicas e outras tantas de uso múltiplo. 
Antes de se tornar um centro cultural da cidade, funcionava o Hotel Magestic, onde o poeta Mário Quintana ficava hospedado. Como forma de homenagem ao poeta, o nome da casa é Casa de Cultura Mário Quintana.










quarta-feira, 28 de março de 2012

SELEÇÃO DE ACERVOS VIRTUAIS


Recebi esta mensagem no twitter pela Nova Escola e achei interessante colocar aqui... Bom proveito!!!


Seleção de acervos virtuais

Conheça sites que permitem visualizar reproduções de obras de arte e que oferecem informações confiáveis sobre artistas brasileiros e estrangeiros

www.itaucultural.org.br – A Enciclopédia Itaú Cultural tem imagens de obras de artistas brasileiros e estrangeiros, além de biografia e textos de apoio. É possível buscar as reproduções pelo nome e autor, entre outros.
www.macvirtual.usp.br – o site do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (USP) disponibiliza informações de mais de 300 obras e a possibilidade de imprimi-las
www.googleartproject.com - ao navegar no site, a impressão é que você está percorrendo pessoalmente um dos 17 museus disponíveis. Há ferramentas de zoom em alguns deles.
www.iberecamargo.org.br – site da Fundação Iberê Camargo, que funciona em Porto Alegre e armazena o acervo do artista gaúcho. No site é possível optar por visualizar as gravuras, pinturas e desenhos.
www.tarsiladoamaral.com.br – traz biografia e quebra-cabeças para download, para serem jogados no computador. Em http://www.base7.com.br/tarsila, mais de 2 mil obras.
www.brennand.com.br – site da oficina de Francisco Brennand, artista pernambucano que produz cerâmicas, esculturas, desenhos e pinturas, entre outros suportes
www.mam.org.br – O site do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) disponibiliza o acervo da instituição. É possível fazer buscas por artista, categoria e período, entre outros.

terça-feira, 27 de março de 2012

MODERNISMO


ARTE NO SÉCULO XX MODERNISMO


O século XX, sem dúvida, é um dos períodos mais agitados da história. Um século de grandes descobertas, tragédias e conquistas importantes: duas guerras mundiais, a invenção do avião, foguetes, a chegada do homem à lua, avanços da medicina, aparecimento de doenças até então desconhecidas, a revolução causada pela informática, enfim, tudo acontecendo e sendo divulgado pelos meios de comunicação, influenciando assim o artista moderno que a tudo vê com o seu olhar sensível e passa a se expressar influenciado por esse mundo conturbado que o rodeia.


O caminho iniciado pela arte do século XX apresentou múltiplas tendências, porém o artista não se preocupou em ajustar-se a elas. A partir do início deste século o artista buscou e ainda busca novas formas e diferentes meios e materiais para satisfazer a sua capacidade de criação. Ele não está preso ao registro realista, pois a fotografia livra-o dessa preocupação. Agora a maior importância é dada à criatividade e à livre expressão. Nesse contexto, variados estilos convivem em uma mesma época e por vezes até no mesmo lugar. 




CUBISMO




No início do século XX, em Paris, Pablo Picasso (1881-1973) e Georges Braque (1882-1963) criaram um novo estilo artístico que rompeu com a idéia de arte como imitação da natureza e abandonou as noções tradicionais de perspectiva.

Esses artistas procuravam novas maneiras de retratar o que viam e, influenciados dor Cézanne, passaram a valorizar formas geométricas e s retratar os objetos como se eles estivessem partidos. Todas as partes de um objeto eram representadas num único plano ao mesmo tempo, como se o artista visse esse objeto em vários ângulos simultaneamente. A esse estilo chamamos de cubismo analítico. Nesse estilo, há predominância de poucas cores (preto, cinza e tons de marrom e ocre).

Jarro e o Cântaro - Picasso

Mulher sem camisa sentada


 As mulheres - Picasso

Em algumas obras cubistas, o artista se preocupou tanto em apresentar simultaneamente todos os lados de um objeto escolhido, que, devido à fragmentação excessiva desse objeto, ficou quase impossível reconhece-lo na pintura. Dessa forma, os cubistas criaram o cubismo sintético, que buscou recuperar um pouco a imagem real do objeto tornando as cores mais fortes e as formas mais decorativas. Outra característica do cubismo sintético é a utilização de colagem. Elementos como letras, números, pedaços de jornal, vidros, madeira etc. foram introduzidos nas pinturas.


Três Músicos - Picasso

As obras de Pablo Picasso, foi dividida em três fases:
A fase azul-  
Seu melhor amigo havia morrido e Pucasso sentia-se sozinho e triste. Ao mesmo tempo ninguém comprava suas obras. Ele estava quase passando fome.

Melancólico ele passa a pintar usando tons de azul. O azul às vezes é uma cor muito triste.Todas as personagens dessa fase parecem tristes e solitárias.


O Velho Violinista,1903 Inst. Arte de Chicago, Picasso



A fase Rosa-
A fase azul terminou quando Picasso conheceu uma moça chamada Fernanda. Eles se apaixonaram e logo suas pinturas passaram a ter uma cor mais alegre. Esse foi o início da fase rosa.

Nessa fase, não só as cores mas também os temas de Picasso eram mais alegres. Ele retratou a arte circence, geralmente mostrando os artistas e seus animais. Entretanto, essa fase não durou muito tempo, pois Picasso descobriu uma nova maneira de pintar, diferente e emocionante.

Familia de Saltimbancos, 1905, Galeria Nacional de Arte, Washington, de Picasso


Fase Cubista-
Picasso desnvolve um novo estilo: o cubismo, que consiste em geometrizar as formas. É como se a imagem tivesse sido quebrada em pequenos fragmentos.
 Observe a imagem abaixo é possível distinguir a mulher e o violão. Dá prá descobrir alguma outra coisa?



O Poeta


FOVISMO





Nos primeiros anos do século XX, um grupo de artistas, entre eles Henri Matisse (1869-1954), Maurice de Vlamink (1876-1958) e André Derain (1880-1954), passou a usar a cor como o elemento mais importante da obra de arte. Para eles, o desenho, as linhas e a
  perspectiva ficaram em segundo plano, pois vinham como princípio a simplificação das formas e o uso das cores puras, tal como estão nos tubos de tinta.

Henri Matisse chegava a dizer que procurava pintar com a pureza de uma criança ou de um selvagem, que usam a cor apaixonadamente. Em 1905, no Salão de Outono de Paris, o crítico de arte Louis Vauxcelles, ao observar os quadros tão agressivamente coloridos, os chamou de feras (fauves, em francês), dando origem ao termo fovismo.

Os artistas fovistas usavam as cores puras, sem misturá-las, para obter gradações de tons, de maneira instintiva e não intelectual. O fovismo influenciou toda a arte desde o início do século XX até a atualidade.





domingo, 25 de março de 2012

Pós-Impressionismo




Alguns artistas consideravam o Impressionismo um estilo superficial que retratava apenas cenas passageiras e não dava muita importância aos sentimentos e acontecimentos políticos e sociais. Outros se sentiam insatisfeitos e limitados com a técnica impressionista. Dessa forma, muitas tendências surgiram na pintura no final do século XIX, e a essas diversas tendências foi dado o nome de Pós-Impressionismo.

Conheça alguns dos artistas que fizeram parte do Pós-Impressionismo:

Paul Cézanne (1839-1906):



 

Para Cézanne, seus quadros eram “construções da natureza” e não cópia dela. Ele estudava as formas geométricas e as proporções de cada objeto a ser retratado. Seus quadros são considerados reconstruções da natureza e dos objetos. Um dos temas preferidos de Cézanne são as naturezas-mortas (pintura de flores, frutas, objetos, animais mortos).

Georges Seurat (1859-1891):

Como Monet, Seurat abandonou a paleta e passou a utilizar cores puras, aplicando-as diretamente na tela. Ao agrupar as pinceladas em forma de pontos, Seurat criou uma técnica que recebeu o nome de pontilhismo.

O Banhista

Tarde de Domingo

Outros pós-impressionistas foram Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Van Gogh. Viveram na mesma época, chegaram a se conhecer, questionaram a sociedade e buscaram novos ideais, mas cada um encontrou seu próprio estilo artístico:

Henri Toulouse-Lautrec (1864-1901): Buscava inspiração nas figuras humanas, na realidade dos cabarés e bares da França do final do século XIX.
Baile no Moulin Rouge (Museu Filadélfia)
Lautrec

Paul Gauguin (1848-1903):

Perturbado com a sociedade européia moderna, que se preocupava com o materialismo e a ascensão social, deixa a Europa para buscar inspiração na Martinica e no Taiti, acreditando estar próximo à natureza e assim poder encontrar liberdade.

 Auto Retrato - Gauguin

Mulheres do Taiti -  Gauguin

Vincent van Gogh (1853-1890):

Tinha personalidade intrigante. Oscilava entre a alegria e a tristeza, a esperança e o desespero, o amor e o ódio. Vivia uma dualidade emocional. Pintar passou a ser seu refúgio. Utilizando cores fortes para expressar seus sentimentos, criou uma nova forma de fazer arte. Segundo ele, “pinto o que sinto e não apenas o que vejo”.

Um dia quando pintava ao ar livre em Auvers, deu um tiro no peito. Morreu dois dias depois, em 29 de Julho de 1890.

Apesar da curta carreira como pintor, aproximadamente 10 anos, o artista produziu cerca de 700 quadros. 


 Os Girassóis

 O Quarto de Van Gogh

Noite Estrelada





EXPRESSIONISMO


O termo expressionismo pode ser aplicado em qualquer momento da história da arte para designar a obra que abandona as idéias tradicionais e expressa a emoção do artista através de deformações e exageros de forma e cor. Nesse sentido, podemos chamar de expressionista o artista que dá importância aos sentimentos e às reações humanas diante dos fatos da vida, criticando a exploração do homem pela sociedade. O artista expressionista não retrata apenas o que vê, retrata também o que ele sente em relação ao fato que está presenciando, podendo para isso até deformar figuras.

A palavra expressionismo também foi utilizada para denominar uma tendência da arte européia moderna que predominou na arte alemã de 1905 a 1930 aproximadamente. Essa tendência pode ser vista como uma reação ao Impressionismo, que apenas se preocupava com as sensações de luz e cor e não com os problemas vividos pela sociedade da época. O Expressionismo tinha como objetivo expressar as emoções e angústias do homem do início do século XX. Um dos pintores que conseguiram expressar esses sentimentos em telas foi o norueguês Edvard Munch (1863-1944).


 O Grito

Puberdade